acompanhar

Mostrando postagens com marcador poema;beijo;escritor;estorias;poesia;fernado pessoa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poema;beijo;escritor;estorias;poesia;fernado pessoa. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Eu, meu corpo e miha poesia



Ano da graça de todos os santos.


Eu, não eu...

O bem que tu me destes era roubado, teve que ser devolvido; fui julgado por um júri corrupto em que todos me odiavam. Culpado!

Eu, não eu...

Das verdades, que verdades? De minha vida, o que é vida se, se passa atrás das grades, que verdade? Eu não sou verdade...

Eu, não eu...

Paladar perdido; meias palavras repartidas com o pão, mas que trigo? Mas que mãos? Eu ou meu egoísmo? Vida sem; razão?

Eu, não eu...

Eu não...
Eu...

E tudo fica como sempre esteve, inerte no ventre de homens estéreis que morrem ao dar a luz, que luz? Confuso, é confuso; poesia solitária e eu...

Não?

Eu!

Eu?

?

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

POEMA 26



POEMA 26


Há escuridão!
Escuridão;

Se me entendes, me clareia essa estrada;
Me guia, me leva a alma e me deixa num canto sossegado;
Estou cansado e o cansaço me toma tempo - já não tenho- não, não creio que ele vá me devolver meus pertences “meus pensamentos”.

Já se foi a poesia, só ficou a solidão e a esperança de um novo dia, que só vem ao raiar do sol frio e incolor.

Adeus escuridão tenha um bom dia.

Marcos Henrique

terça-feira, 4 de agosto de 2009




Não era noite ou dia, trevas ou luz...

...vozes roucas me iludiam, era ela, sem forma ou cor....

Segunda era, a hora que todos aguardavam e temiam no fundo de suas almas, uma forma nova de fingir lidar com a dor.

Henrique Martins.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Poema tirado do livro "Clamor"






Doce sonho

Ah! Se a vida ficasse doce para mim, sem nenhum corante ou conservante.

Sempre que vejo mais um homem morto por seu veneno, me sinto menos homem, me sinto menos digno.

Ah! Se a vida ficasse doce para mim e todas as flores dos campos exalassem seu perfume por todo o ano.

Ah! Se a vida ficasse doce para mim, teria válido a pena tua morte, tuas dores não seriam sentidas tão forte.

Ah! Se a vida ficasse doce para mim e tudo o que sinto pudesse ser dito em um único poema, único verso em um único registro.

Ah! Se a vida ficasse doce para mim e me jogasse fora todas as dores, poupando o homem, tirando dele o dom de dar sofrimento.

Ah! Se a vida ficasse doce e ao fixarmos os olhos, enxergaríamos nossos defeitos e transformaríamos em doces nossos defeitos; se a vida fosse doce, não seriamos tão veneno.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Vergonha



Estou triste e com vergonha por estar triste, porque estou triste com meu criador, com meu Deus; eu o chamo tanto – nunca ouço resposta.

Não faço tudo certo e quando acho que acertei, erro com mais força.

Estou triste por meus pedidos serem insignificantes, enquanto todos sofrem por males como: A fome ou o preconceito humano, eu sofro por não se realizarem meus sonhos pequenos.

Estou triste e com vergonha por mostrar essa tristeza egoísta a Deus; Deus que tudo nos deu e estragamos; meu Deus! Perdoe-me os pedidos pequenos, perdoe-me a descrença que às vezes sinto, perdoe-me por achar que meu umbigo é tudo nesse mundo de egoísmo.

Tenho tanta vergonha de minhas preces, meus pedidos. Disperso-me te pedindo perdão por minhas falhas, por meu umbigo.

sábado, 1 de novembro de 2008

5º Parte da saga de Menadel



5º PARTE:


É quase meia noite, Mary avista a biblioteca e mostra a Menadel; Menadel se questiona, para ele o lugar demonstra facilidade de mais.

- Tem algo errado – fala Menadel colocando a mão em seu punhal.

- Eu também sinto – responde Mary.

Mary para a moto no portão de entrada da biblioteca, eles descem e sobem a escadaria da mesma, a porta não está trancada, Menadel a abri facilmente, antes de entrar ele olha para Mary e diz:

- Aconteça o que acontecer lá dentro pegue a garota e vá para casa de sebastian, não me espere – fala Menadel com um semblante sério.

Mary sinaliza com a cabeça, demonstrando entendimento. Eles entram na biblioteca, está escuro, só os raios a clareiam, começa a chover; de repente, vultos são vistos por entre as estantes de livros.

- Vamos nos separar, não estamos sós – diz Manadel num sussurro.

Eles se separam, Mary saca de seu punhal e vai se espreitando pela escuridão, Menadel se ajoelha segurando seu punhal, forjada da lança do destino e hora.

- Senhor, sei que não sou de agrado para teus olhos; mas, guia-me para derrotar meus inimigos, com a arma que tirou a vida do teu filho, nesse momento Menadel saca de seu punhal que reluz no escuro.

Dois cães deformados com escamas de peixes se aproximam, seus focinhos estão espumando, um deles emite um grunhido, Menadel levanta a vista e vai, em direção deles, que retribuem e vem em direção de Menadel sedentos por sangue, uma luta feroz se trava, Menadel atinge um dos cães com um chute enquanto corta a cabeça do outro que pulou em direção do seu rosto, antes que o cão cai ao chão, Menadel lança um de seus crucifixos que o atinge fazendo com que o mesmo se dissolva, enquanto isso Mary se depara com uma criatura aterrorizante, com mais de dois metros de altura e um cajado como arma, em seu rosto há remendos feitos de arames, de seus dedos saem serpentes e de sua barriga um focinho de cachorro que começa a grunhir, ele vem em direção de Mary que pula por sobre ele, dando um salto mortal quase sendo atingida pelo cajado. Menadel tem seus problemas, ele está cercado por sete demônios empunhado suas espadas contra ele, em sua direção vem quatro demônios alados posicionando suas lanças para o ataca-lo, numa fração de segundos Menadel pega seu crucifixo de madeira que foi feito a partir da cruz que crucificou Jesus Cristo o ergue e fala em alta voz:

- Que se faça luz! – fala Menadel fechando os olhos.

Nesse exato momento o crucifixo emite uma luz forte que cega e derrete todos os demônios, a luz é tão forte que clareia toda a biblioteca chegado até Mary, que fecha os olhos e se abaixa instintivamente, a luz corta o demônio que estava lutando contra Mary, queima livros satânicos e se espalha por todo o lugar, buscando uma saída, explodindo os vidros da biblioteca e se dissipando no ar.
Mary levanta-se atônita e fumaçando, Manadel abre os olhos olha ao redor e guarda o crucifixo, ele só pode usar o poder do crucifixo uma fez por dia, só em casos de muita necessidade.
Menadel se junta a Mary e segue até, uma entrada que vai dar num porão.

- É lá que ela está? – pergunta Menadel.

- O que foi aquilo? – pergunta Mery, com relação ao crucifixo.

- Nada, só luz; estava muito escuro aqui – responde Menadel.

- É aqui que ela deve estar – responde Mary olhando intrigada para Menadel.

Eles entram cautelosamente, o lugar é maior que parece a porta abre uma passagem para uma semidimensão, estão começando o ritual, o lugar se parece com uma caverna, há muitas tochas para clarear tudo, um trono e em sua frente uma cama de pedras para deitarem a garotinha, Abadel em pessoa está celebrando o ritual, há uns trinta demônios acompanhando a celebração, estão também servos da democracia negra e mais, uns, dez demônios alados voando ao redor. A garotinha é levada para o altar onde começara a cerimônia.

- O plano é o seguinte – diz Menadel – eu os distraio, enquanto você pega a garota.

- Você está louco! Não vamos conseguir chegar até lá, olhe quantos são! – fala Mary preocupada.

- Tenha fé garota - retruca Menadel demonstrando calma.

Eles entram, Mary vai se espreitando por entre as rochas e Menadel segue pelo meio, em direção aos demônios.

- Abadel! – grita Menadel.

Abadel olha para Menadel que vem em sua direção, os outros demônios se afastam, demonstrando medo e respeito, até os integrantes da democracia negra sentem medo de Menadel.

- Que bom primo que veio se juntar a nós – fala Abadel, já com a garotinha colocada na cama de pedra por seus lacaios, para o sacrifício.

Abadel abra suas azas negras e proferi um grunhido, aterrorizante até mesmo para seus cervos que abaixam a cabeça demonstrando terror.

- Sabe Abadel, eu já comi carne de porco ontem – fala Menadel com sarcasmo.

Isso deixa Abadel mais furioso, que logo se fecha entre suas asas e tenta negociar com Menadel.

- Podemos ter tudo primo, vingue-se dele, olhe o que ele fez com você; todos esses séculos com esses humanos cretinos – fala Abadel.

- Para que? Pra você fazer comigo o mesmo que fez com Lúcifer? – responde Menadel.

- Ele é um fraco, nós podemos dominar o mundo! – fala Abadel.

- Acho que não, eu não sou um bom administrador – responde Manadel com sarcasmos.

Nisso, Mary se Aproxima sorrateiramente sem que Abadel perceba.
Abadel olha com ódio para Menadel e se joga em sua direção, abrindo suas asas negras como as trevas e sacando de sua espada, Menadel puxa seu punhal e pula em direção de Abadel, as lâminas se tocam, saindo foco das mesmas, um cai de costas para o outro, levanta-se calmante, viram-se rapidamente e correm, um em direção do outro. Um combate violento se trava no chão, Menadel defende-se com bravura dos ataques vorazes de Abadel, num descuido; Abadel fere Menadel no peito e o chuta contra roxas.

- Você é fraco como seu irmão! Banido! – grita Abadel.

Menadel se recompõe – e diz a Abadel que a luta só está começando.

Menadel lança seus crucifixos cheios de água benta que atingem o braço de Abadel só o queimando superficialmente.

- É só isso que você tem Malk? – pergunta Abadel com ironia.

Abadel corre em direção de Menadel e eles lutam com suas espadas, golpes e mais golpes são proferido, Menadel se esquiva e atinge a perna de Abadel que põe a mão no ferimento e cospe fogo contra Menadel que pula se livrando das chamas; mas seu, sobretudo é atingido tendo assim que tira-lo.
Mary é descoberta pelos demônios alados que voam para destruí-la, antes que ela pega-se a garotinha, Mary se prepara para a luta, saca de seu punhal e se prepara para o combate, um demônio lança sua lança em direção de Mary, que a pega com uma das mãos, da um giro e joga de volta, cravando assim no coração do demônio sua própria lança, o demônio cai ao chão sem vida, outro demônio alado cospe fogo contra Mary que se sobressai num salto imponente.
Os demônios se agitam, sacam de suas armas, e vão, em direção de Mary que grita pedindo ajuda a Menadel.

- Menadel! – grita Mary desesperada.

Menadel a olha, mas não consegui ir a sua ajuda, ele tem que se preocupar com os golpes violentos de Abadel.

A garotinha está preza, acorrentada sobra a cama de pedra, ela começa a se sacudir e a chorar.

- Socorro! – grita Raquel, preza e sem poder fazer nada.

Menadel e Mary olham sem poder fazer nada, estão muito ocupados tentando salvar suas vidas. Menadel é atingido mais uma vez por Abadel ele consegue cravar sua espada no abdômen de Menadel que grita de dor, Abadel gira sua espada no corpo de Menadel e com um soco o arremessa no chão, Menadel cai largando assim seu punha; ferido Menadel se arrasta, Abadel vê o punhal no chão e vai, em direção dele.

- Vais morrer com tua própria arma Malk! - fala Abadel, se abaixando para pegar a lança do destino.

Quando Abadel a toca, sua mão é imediatamente queimada e derrete-se, derrubando assim o punhal, Abadel grita de dor, ele não sabia que demônios não podem segurar a lança do destino, a arma que matou o filho de Deus, Mary pede ajuda mais uma vez, Menadel se levanta, ergue sua mão e chama o punhal que o obedece e voa em direção dele, Menadel pega o punha e vai, em direção de Mary, aproveitando que Abadel se retorce de dor.
Mary se defende como pode, são muitos demônios, um dos demônios alados lança sua lança que vara o ombro de Mary, nesse exato momento Menadel chega por trás, na surdina, ele salta e acerta a asa do demônio que feriu Mary, Menadel cai em pé na frente dos outros demônio.

- Está um ótimo dia, para se atingir a redenção – diz Menadel imponentemente.

Os demônios se assustam e Menadel parte para cima deles, são proferidos golpes e mais golpes, muitas mãos e cabeças caem pelo chão.
Abadel corre em direção da garotinha segurando sua espada na mão que lhe resta, quando ele chega perto da garotinha, prestes a mata-la, Mary se atravessa em seu caminho e enfia seu punhal que se parte em seu abdômen, Abadel a esmurra e ela é arremessada contra rochas. Abadel se posiciona para matar a garotinha, Menadel percebe e lança seu punhal contra as costas de Abadel, esse grita de dor e se estica para tentar tirar o punhal de suas costas em vão, Abadel mesmo assim acha forças para erguer sua espada em direção da garotinha; Menadel se livra dos demônios, correr e pula, ficando como escudo humano para proteger a garotinha, Abadel crava sua espada no peito de Menadel que cai ao lado de Raquel.

- Eu falhei com Deus e com você – fala Menadel, quase desfalecendo.

Nesse momento Menadel toca na mão de Raquel e pede desculpas – me perdoe Raquel – fala Menadel que desmaia.

Ao tocar a mão de Menadel acriança se acalma, ela sente que Menadel é um ser de luz, puro, ela abre seus olhos, que são totalmente brancos devido à cegueira, de seu corpo saem raios que iluminam o local é uma energia poderosa, ela proferi um grito alto e agudo, fazendo com que os demônios se desmaterializem, derretam e gritem de dor, Abadel não resiste, cai no chão e se desintegra.
A espada que perfura o peito de Menadel se desintegra, suas feridas são curadas, suas e as de Mary.
A luz cessa, Menadel acorda, Mary se levanta sem nenhum arranhão, Menadel olha para a garotinha, quebra suas correntes e a pega nos braços, Mary se aproxima.

- Oi Raquel – fala Mary, demonstrando carinho.

- Ele é um anjo? – pergunta Raquel, com uma foz suave e calma.

- É... – responde Mary.

- Deus mandou você aqui – afirma Raquel, olhando Menadel.

- Vamos embora – fala Menadel.

Raquel olha para Menadel e acena com a cabeça, aprovando a idéia de sair daquele lugar.

sábado, 25 de outubro de 2008

2º parte de Menadel o proscrito de Deus



Proscrito foi a estória que eu criei para se tornar HQ, aqui está o roteiro que foi usado para a criação dos desenhos (vou colocar ao longo das semanas trechos da primeira estória, caso queiram conhecer os desenhos bastar ir no blog: http://menadelproscrito.blogspot.com/

2º PARTE:


Menadel volta para casa, ele pode mudar sua aparência para uma aparência humana é assim que ele se esconde do mundo, por vários séculos. Menadel mora só, num apartamento que é protegido contra demônios por dizeres sagrados em sânscrito: “E dos portões do éden, se via um mundo violado; por homens e Malk’s decaídos; ninguém, se não os servos de Deus entrarão pelas portas do éden, onde as espadas da justiça reinam”.
Ao longo dos séculos Menadel, juntou relíquias, sendo; assim considerado um dos maiores colecionadores do mundo é considerado excêntrico por não deixar ninguém entrar em sua casa, vive só; em meio a suas lembranças sofridas e sua coleção de anjos de porcelana (Menadel é loco por anjos de porcelana), sua sala é recheada de peças, livros, espadas, quadros, lembranças e etc...
Ele adora vinho, fez uma espécie de dega em um de seus quartos, vinhos milenares são guardados por ele, ele tem uma sala enorme e só um quarto para descansar, nada de tv, som, em sua sala só a uma poltrona e uma mesinha onde ele coloca seu vinho e reflete sobre sua vida.
Menadel chega em casa vai direto para seu quarto, onde fica o banheiro, tira sua roupa e começa a tomar banho, sua cabeça ainda sangra um pouco. Menadel é metade anjo, metade homem, ao ter uma de suas asas cortadas, passou a sentir dor, mais que a dor dos homens, sangra e apesar de ter vários séculos nas costas, pode ser morto se tiver seu coração perfurado por balas ou uma das espadas dos anjos ou demônios; ou ainda, ter sua cabeça decapitada; sua cura é mais rápida que a dos homens em minutos pode se curar, dependendo do grau da lesão.

No chuveiro, Menadel começa a chorar e a se lamentar.

- Até quando!? Até quando não falaras comigo!? – Menadel fala aos prantos.

Sua forma de anjo vem átona, ele toca em seu abdômen, onde sente uma de suas cicatrizes, Menadel tem duas cicatrizes uma no abdômen direito e a outra fica onde outrora fora sua asa, ele cai ao chão e chora. Recomposto Menadel coloca seu roupão, vai para sua sala com um copo de vinho, senta-se e começa a se lembrar de como perdeu sua asa.
Caim está cuidando de suas ovelhas, quando olha para os céus e vê uma bola de fogo rasgando o céu e ao cair ao chão uma grande explosão e um grande estrondo; são ouvidos, Caim vai, em direção do local da queda; suas ovelhas fugiram desgarradas, quando chega a uma grande cratera a poeira se dispersa e para sua surpresa dentro da cratera há um anjo nu, só com uma asa; é Menadel, que começa a falar em sânscrito atordoado pela queda.

- A língua dos anjos; Deus seja louvado! – diz Caim ajoelhando-se.

Caim leva Menadel para sua casa, cuida de suas feridas e o alimenta, Menadel passa sete dias e sete noites ardendo em febre, ele sente todo seu corpo queimar.

- Onde estou? – pergunta Menadel.

- Está em casa – responde Caim, que está com um pano quente colocando na testa de Menadel para baixar a febre.

- Aqui não é minha casa – fala Menadel.

- Agora o é... – retruca Caim.

- Deus mandou-me cuidar de você, até que esteja pronto – fala Caim.

- Deus não me ama... – responde Menadel com um semblante triste.

- Se não oh ama-se; o teria deixado viver? – responde Caim.

- Porque meu corpo doe tanto? – pergunta Menadel.

- Descanse Menadel, você agora é metade homem, você sangra – responde Caim.

Menadel adormece e começa a sonhar com tudo o que aconteceu para ele ser expulso do céu.
Os céus estão na cor de sangue, uma luta feroz é travada entre dois anjos, são eles Menadel e seu irmão Lúcifer, Menadel e Lúcifer foram criados para guardar as portas dos céus, Lúcifer fica no lado direito do trono de Deus e Menadel no lado esquerdo, Lúcifer tem seus cabelos loiro olhos azuis é o mais belo anjo dos céus, Menadel seu irmão tem os cabelos negros e olhos azuis, ambos seguram as espadas da justiça, Lúcifer com a mão direita e Menadel com a mão esquerda, eles são os maiores anjos nos céus; mas, Lúcifer trai Deus e Menadel é incumbido de destruí-lo.

- Não destronarás meu Deus, Lúcifer! – Grita Menadel.

- Deus! Ele não se importa com suas criaturas celestiais, eu só abrir os olhos da mulher – diz Lúcifer.

- Você ousa blasfemar contra o senhor teu Deus – Menadel fala brandindo sua espada contra a de Lúcifer.

Eles voam loucamente pelos céus proferindo golpes e mais golpes violentos, fazendo sair fogo de suas espadas.

- Venha comigo irmão e juntos criaremos nosso próprio paraíso! – fala Lúcifer defendendo-se dos golpes de Menadel.

- Só Deus, Lúcifer; pode criar, você só fará uma copia mal feita – responde Menadel.

- Você sempre teve inveja de mim Malk! – diz Lúcifer.

- Eu sempre te amei irmão; sempre te admirei – responde Menadel.

Menadel da um golpe rápido decepa a mão de Lúcifer e corta seu peito num golpe reverso, Lúcifer cai gritando e segurando o braço cortado, Menadel vem e pisa na cabeça de Lúcifer.
Lúcifer está caído, Menadel ergue sua espada e olha nos olhos do irmão, ao ver o semblante de Lúcifer Menadel se compadece, Lúcifer está com um olhar fraternal.

- Ajude-me irmão... – suplica Lúcifer.

- Deixe-me fugir irmão – insiste Lúcifer.

Menadel enche seus olhos de compaixão, larga sua espada fica de joelhos de costas para Lúcifer.

- Não posso! Não posso matar meu irmão! – grita Menadel.

Menadel clama a Deus.

- O que me incumbistes de fazer, não poderei selar! – clama Menadel com o rosto no chão.

Aproveitando-se disso Lúcifer levanta-se, pega a espada de Menadel e corta-lhe a asa esquerda, Manadel se ergue e nesse momento tem suas costas perfuradas, chegando a varar até seu abdômen no lado direito, Menadel cai de frente para Lúcifer.

- Seus lacaios são fracos! Farei um exercito mil vezes maior que o teu, atormentarei teus humanos, as trevas são meu lar e de meu trono verei tu sucumbires! – grita Lúcifer.

Menadel está caído no chão e sangrando o sangue dos anjos nunca tinha sido derramando antes no céu, o sangue dos anjos é na cor azul, Lúcifer segura pelos cabelos de Menadel e diz:

- Este lacaio que te serve, será o primeiro a sentir minha cólera – continua a gritar Lúcifer.

Quando Lúcifer se prepara para matar Menadel, Miguel; o anjo guerreiro vem em seu socorro, arremessa sua lança que vara o ombro de Lúcifer, este foge e é ajudado por outros anjos renegados. Miguel chega até Menadel o olha e chora por ele.

- Ajude-me Miguel – fala Menadel quase que num sussurro.

Miguel o olha com compaixão, fecha os olhos por uns instantes e fala:

- Não vim aqui para te ajudar, vim para te condenar, não fizestes o que te foi ordenado, por isso serás banido dos céus e se sobreviveres, terás que rodar os quatro cantos do mundo, até que as profecias sejam cumpridas, viveras junto dos homens; mas não serás um deles por completo; teu sangue será vermelho sentiras fome como os homens sentem, tuas dores serão em dobro a dos homens, serás imortal, até que tenhas o coração perfurado ou a cabeça decapitada de teu corpo.
Te, será negada a voz de Deus, não serás lembrando nas escrituras que estão por vir, anônimo no mundo, até que se cumpra tudo, mas lembre-se, quando o sangue do nazareno tocar o chão, empunharas a arma que o matou e protegerás os homens, até que tenhas graças aos olhos de Deus novamente. – falou Miguel, com uma voz serena.

- Vai Menadel; proscrito de Deus... – fala Miguel com um semblante triste.


(continua...)

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Crônicas de um cronistas desempregado



Essa crônica fiz há algum tempo quando ouve um escândalo religioso, vale a pena ler.


Que saudades dos tempos de Ananias


Depois de ver, ler, ouvir e até comentar sobre esse novo escândalo contra a fé das pessoas (se é que posso comentar esse tema tão complicado), pude perceber como as coisas mudaram com relação a pedidos para Deus, antes ofereciam carneiros, óleos em holocaustos, hoje é bem diferente mais moderno, mais atual, oferecem maquinas debitadoras de cartões de crédito. Como o povo tem se apegado loucamente, desesperadamente e porque não cegamente a deus, pois o que tenho observado é assustador, pessoas abusando da fé se baseando no artigo da bíblia (perdão pelo trocadilho), o que fala que devemos dar 10% de tudo o que ganhamos para a obra do senhor, eu pergunto que senhor? Poucos devem saber que na mesma bíblia que pede o tal dos 10% também fala que se você não tiver condições, repito, “NÃO TIVER CONDIÇÕES” pode falar com seu líder religioso e pedir um abatimento, agora pergunto por que ninguém menciona isso nas escrituras em seus sermões? Isso me faz lembrar de Brasília os nossos queridos parlamentares que querem porque querem o teto máximo para seus salários, o mínimo fica para os pobres mesmo.
Conheci um cara na época do colegial que tinha uma avó que doava quase seu salário inteiro para uma determinada religião para poder comprar um espaço no céu, só que a dita senhora ganhava muito bem diga-se de passagem, logo pensei ferrou tudo, quando morremos teremos que morar de aluguel no céu (se é que eu vou pra lá), pois a mulher terá comprado tudo.
Muitas vezes nós achamos que Deus é uma pessoa que barganha um pouco de sua atenção por dinheiro, estamos tão enganados, mas o desespero fala mais alto e nos enganamos com promessas, com palavras bonitas ditas na hora certa que nós soa tão bem, o engraçado é que Jesus seu filho andava muitas vezes a pé, no máximo de burro e o que vemos é lideres religiosos de helicópteros, carrões e etc...
É meu Deus que saudades dos tempos de Ananias, se você não sabe quem foi Ananias então eu recomendo que leiam no novo testamento atos 5: 1-2 (capitulo 5, versículo 1 até o 12) e saibam que foi esse homem, e percebam esse tempo maravilhoso da justiça divina.

M.Martins.
24/jan/2007.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Mais uma de minhas crônicas antigas



As eleições estão chegando!


O dicionário diz que democracia é : s. f. Forma de governo na qual o poder emana do povo. Não consigo Compreender muito bem como pode haver democracia e obrigatoriedade em votar, visto que é impossível assobiar e chupar cana ao mesmo tempo, se em época eleitoral ensinam ao povo votar em urnas eletrônicas só visando à escolha do candidato e a confirmação do voto, mostrando aquela linda tecla verde, deixando de lado as outras duas teclas que de tão inutilizadas não recordo as cores; feliz era cazuza que tinha heróis mortos por overdose e minha geração o que têm?
Democracia é isso : imunidade parlamentar; corruptos e corruptores tidos como heróis, secretarias musas, e cínicos carecas ou cabeludos. Recuso-me a achar que o povo brasileiro é burro, já que uma maioria esmagadora não tem acesso a educação de qualidade e sua orientação sexual é feita a partir de programas televisivos de baixo escalão, recuso-me a crer que um povo humilde que tem como sonho, ter um filho jogador de futebol, possa compreender o que é essa tal democracia, essa tal impunidade burguesa, políticos folclóricos ou doleiros (não confundir com doceiros).
Bom! Mas quem sou eu para dizer algo de bom, visto que não sou do extinto ARENA, não sou DESPORTISTA, SOCIÓLOGO ou TORNEIRO MECÂNICO, sou só mais um brasileiro que como outros sonha em ter um filho jogador de futebol, se diverte com o vale a pena ver de novo, se emociona com casos de família e cruza os dedos para ser o escolhido para participar de mais um BBB. Do que estávamos falando mesmos? Há! Sim! De democracia! Mas o que é democracia mesmo?.

O povo não deve temer o governo, o governo é que deve temer seu povo...
V de vingança. (recomendo esse filme).

M. Martins
Ano da grana 2006

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Segunda era



Segunda era
13/12/2002. h.20:19.


O cansaço me toma, me diz que sou incapaz, sou incapaz! Nada posso ser ou fazer, nem tocar um blues, nem dançar, nada! Maldita palavra!

Uma overdose de lembranças poderia me matar, poderia me poupar o assassinato de minha alma.

Escoriações por todo meu coração, meu coração, meu coração, meu coração, meu coração, me coração, coração, coração, coração, coração!

A boca que nunca beijei e sempre desejei está morta, a boca está morta, eu estou tão murcho por dentro, me sinto só, como Deus se sente, ele deve se sentir assim por não ter ninguém tão puro como ele para compartilhar uma boa conversa, eu me sinto só, mas sou tão impuro, tão negativo.

Não acendam as velas, ainda estou vivo.