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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
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sábado, 21 de dezembro de 2013
Poesia - Flor no Asfalto
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terça-feira, 13 de julho de 2010
Finjo te esquecer

Finjo te esquecer
(Marcos Henrique)
(Marcos Henrique)
Já estraguei de mais a minha vida;
Já estraguei de mais a tua vida;
Eu finjo entender;
Eu minto para esquecer;
Finjo te esquecer, mas toda noite penso em você.
Te conheço a pouco tempo, mas parece um milênio.
Saudade tenho todo dia por não seguir a tua trilha.
Erro pelo mundo. Sou uma bussola sem direção.
Não tenho passado, mas penso no futuro, meu presente não tem direção.
Acho que estou perdido, encontro o caminho de casa e não sigo não.
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
Sem Alma

Sem Alma
(Marcos Henrique)
(Marcos Henrique)
Quatro cantos;
Quatro paredes, sem portas, mas estamos dentro;
Sem chaves, quase sem fôlego;
Gritando, quase sem força;
Esperando, sem calma;
Com sono, sem alma;
Com fome, sem tripas;
Com os nervos a mil, gritando a mil;
Sem ouvidos para ouvir – o desabafo da alma –;
Conversa fiada, o grito no nada não se propaga.
Roupas rasgadas;
Menina adormecida;
Garoto entorpecido;
Maníaco fugitivo.
Suspiros, suspiros.
O tido, o tiro.
Sem ouvidos para ouvir;
Sem um corpo cara cair;
Sem alma para possuir;
Sem casa, sala, sonhos, som, vida, lama, tristeza, alegria e dor.
Sem alma.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Poemas 60
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Poema 18

Poema 18
(Marcos Henrique)
(Marcos Henrique)
Terra da magia, não me nega tua herança.
São só palavras falsas, mas crises verdadeiras.
Sonhos, sons, silêncio – Dúvida passageira. –
Força que já falta – vida hospedeira. –
Morte. Não conheço;
Vida. Não vivi.
Medo. Quem não teme?
Hora de dormir.
Várias frases se combinam. Se expressão por mim.
Quem eu sou – quem me vir – se despeça – pensa em mim. –
Tosse não me cala, mas me faz dormir;
Sono. Não consigo;
Dúvida. Já senti;
Tema. Só tem um;
Boca. Só a minha;
Dor. Já senti;
Saudade, todo o dia da magia que perdi.
– Inocência –
sexta-feira, 12 de março de 2010
Tristeza por sonhar

Os sonhos são as coisas mais tristes que podemos sentir; eu continuo aqui, pequeno e me perguntando – será que se me arrependesse você iria me ouvir?
Mas que culpa tenho? Nunca saberei...
A ânsia em ver meus pulsos cortados aumenta, cresce, como nunca antes havia sentido.
E esse escuro invisível que sinto, que serventia tem?
Malditos sonhos!
Maldita voz que não mais sinto!
Perdição!
Abismo, solidão, castigo!
Eu não sei porque ainda me sopra vida se minha ruína é viver e ser o que odeio ser; um sonhador impotente.
Mas que culpa tenho? Nunca saberei...
A ânsia em ver meus pulsos cortados aumenta, cresce, como nunca antes havia sentido.
E esse escuro invisível que sinto, que serventia tem?
Malditos sonhos!
Maldita voz que não mais sinto!
Perdição!
Abismo, solidão, castigo!
Eu não sei porque ainda me sopra vida se minha ruína é viver e ser o que odeio ser; um sonhador impotente.
Trecho de meu Heterônimo Cecílio Martins.
Por Marcos Henrique.
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