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sábado, 22 de outubro de 2011

Bom dia a todos e a todas


Sou um escritor que tem como o lema: “Juntos somos um todo, sozinhos sou nenhum”. Sei que gramaticalmente esta frase não está 100% correta, mas se nós escritores, iniciantes, continuarmos dispersos, será muito mais difícil, praticamente impossível de sermos ouvidos, ou melhor, lidos.

Pensado nisto, comecei a desenvolver um trabalho de divulgação de todos os escritores que estou conhecendo pelo facebook ou em sites relacionados à literatura, blogs e afins. Tenho divulgado em meu blog estes escritores, mas uma andorinha só não faz verão. Além de divulgar os trabalhos dos amigos, também estou garimpando concursos literários para avisá-los, como muitos já devem ter visto o da Biblioteca Nacional que coloquei no blog. Tenho uma lista enorme de editoras brasileiras e de Portugal que ao longo dos anos pesquisei e mandei meus livros para analise. Esses endereços não são a garantia de que seremos publicados, mas pelo, menos, as editoras vão saber que existimos e quem sabe um de nós não consegue ser lançado por uma delas. Não digo que devemos esperar pelas editoras. Não, devemos continuar nos divulgando e ajudando uns aos outros amigos do mundo das letras a serem lidos e conhecidos. Quem quiser esta lista que eu tenho, pode me mandar um e-mail pedindo. Por favor, coloque no título: “Quero os endereços das editoras”. Para que eu saiba que não é vírus e assim possa mandar os endereços para vocês. São 11 páginas repletas de e-mails e endereços eletrônicos das editoras.

Faça a sua parte também, divulgue um escritor nacional.

Meu e-mail: marcosescritor@yahoo.com.br

Abraços virtuais a todos.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Soneto (Marcos Henrique)



Um dia;

Um amor;


Um dia;


Um raiar em dor;


Duas vozes;


Duas dúzias;

Duas, duvidas. Um soneto;

Uma canção;


Tudo isso esqueço, tudo isso é desilusão.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

20 de Outubro dia do Poeta



Bom dia poético a todos!

O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve
Na dor lida sentem bem
Não as duas que ele teve
Mas só as que ele não têm

E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão
Esse comboio de corda
Que se chama coração


(Fernando Pessoa)

LANÇAMENTO DO LIVRO 'O PRÍNCIPE GATO E A AMPULHETA DO TEMPO'



Noite de autógrafos do livro:

"O Príncipe Gato e a Ampulheta do Tempo" - Bento de Luca ( Marcelo Siqueira Silva e Gustavo C. Almeida Siqueira)

Data: 25/11/2011 (Sexta-feira)

Hora: 19h às 22h

Local: Saraiva Megastore - Shopping Paulista
Endereço: Rua Treze de Maio, 1947, Bela Vista - São Paulo - SP. Piso: Paraíso.

Localização:

Saraiva Megastore - Shopping Paulista
Rua Treze de Maio, 1947, Bela Vista, 01327-001
São Paulo, Brasil

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Prêmios Literários da Biblioteca Nacional - Inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Literário Fundação Biblioteca Nacional 2011. Até o dia 24 de outubro, os escritores interessados registram suas obras de acordo com a sua categoria, divididas em oito opções: Poesia, Romance, Conto, Ensaio Literário, Ensaio Social, Tradução, Projeto Gráfico e Literatura Infantil e Juvenil (segue abaixo as descrições das categorias). Cada autor só pode concorrer em uma categoria e no máximo com três títulos. Caso a obra tenha mais de um autor apenas um deles poderá fazer a inscrição.

O prêmio, realizado desde 1997 pela Fundação Biblioteca Nacional, é uma forma de reconhecer e apoiar não apenas os melhores livros brasileiros, mas sim aqueles que motivam e engrandecem a literatura nacional. Além das placas comemorativas, cada categoria premia a obra vencedora em 12.500 reais.

Para concorrer, o livro deve ser inédito (1ª edição), publicado em português e no Brasil entre 1º de setembro de 2010 e 31 de agosto de 2011. É obrigatório estar em dia com a Lei do Depósito Legal (Lei nº 10.994, de 14 de dezembro de 2004) e possuir número de ISBN (International Standard Book Number). Não existe nenhuma taxa de inscrição...

Saiba mais clicando aqui!

Enterrado com os sentidos ativos (do meu livro Clamor)

Não consigo mexer meus ombros, está tudo escuro, tão escuro...

Não posso respirar ou me levantar, o que está havendo? E todos esse vermes que me devoram e vomitam em mim.

Aqui é frio e úmido. Quanto excremento repousa em mim;

- O que eu fiz meu Deus?!
- O que eu fiz para ficar assim?!

Vejo uma luz lá longe, sinto que posso ir até lá, mas temo, temo que lúcifer esteja guardando a porta, guardando meu lugar, talvez tenham demônios esquentando meu lugar e a imundice de seus corpos irão me tocar e me devorar.

Filosofia de cemitério, maldita filosofia! Já posso enxergar, vejo um rosto tão belo, um semblante triste e ao mesmo tempo belo, quero lhe tocar mais que tudo. Quero senti-lo.

Quando clamo pelo nome de Deus ele chora sangue, sinto pena e desejo em lhe consolar. É tão mitológica a face de lúcifer, a forma que nos é ensinada. Quando o vejo só me vem pena no pensamento. Expulso de casa, agora vaga livre e ao mesmo tempo prezo, eu lhe sinto, mas percebo que não sou como ele, não minto como ele, nem faço tentações, não sou um servo fiel, mas mesmo andando, mesmo que de longe de Cristo eu o sigo.

Lúcifer me perdoe, mas não posso atravessar as portas que guardas para mim, continuo aqui, prezo, continuo aqui em meu sepulcro esquecido, te desejo do fundo de minhas víceras paz de espírito.