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sábado, 7 de julho de 2012

Tem resenha de O Lado Avesso – Nornes, o Mago no blog: Magia Literária


Quem ainda não conhece o blog, ou ainda não leu a resenha de meu livro, vale a pena dar um cyber pulo lá e conhece o blog de Lara Duarte.


Abraços literários!      

O Lado Avesso; Nornes, o Mago 
Autor: Marcos Henrique
280 páginas
Editora Baraúna

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Derrame


Derrame
(Marcos Henrique Martins)

Não vou mais fazer versos tristes;
Não vou mais criar um poetar melancólico. Quero retratar o belo e o elo entre Deus e o homem.  Falar sobre o amor verdadeiro e infinito, pingar estrales incontáveis em meus versos para que durem mais em harmonia, cheira a flor mais pura, sentir desejo sem culpa, gozo de primeiro amor.

Quero ouvir gargalhadas com inocência, sejam eles com dentes ou não. Quero olhar pela janela, tocar meu coração e sentir-me vivo; respeitar a vida, sentir calor humano em noites frias, ter paz, preservar a afeição.

Quero escorregar por arco-íris, voar, voar, sentir a força dos rios, riachos, sentir-me mar, vasto, rico em vida.

Não quero mais você cérebro, que me entristece e me mata a esperança com sua racionalização. Não, não quero mais ter que pensar o que devo fazer, como devo me porta, como devem me ver, onde devo tocar, como sorrir, não poder chorar em público, não poder sonhar em público, não poder me apresentar como sou.

Cérebro, você me entedia, deixe que eu viva com meu coração, deixe-me viver com meus poros e, poder absorver todo o orvalho de manhãs, que na maioria das vezes, nascem lindas. Não. Não quero mais escrever essas coisas tristes que me animam, quero me entristecer como os outros, quero me alegrar como poucos.                    

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Eu recomendo Revista Figurinhas Descoladas

 
Olá amigos ciber amigos eu recomendo a todos o site da Revista Figurinhas Descoladas. A primeira e segunda edição da revista está em seu site para você ler e baixar. A revista aborda temas variados e no site você ainda encontra um chat e uma rádio on-line.


Quem quiser conhecer e participar do grupo no Facebook

Olá amigos!




Aos que ainda não curtiram a página de meu livro no face.
Me dá uma força aí! Dá uma curtida lá!
É rapidinho você vai numa conexão e volta em outra.


Abraços Virtuais@


Caos

Fiz esse poema em 2002. É faz tempo, mas o caos permance em mim. Então, decidi compartilhar esse fardo com os ciber amigos.


 Caos
(Marcos Henrique Martins)


Será carência?
Culpa?
Será que estou vivo e todos estes anos estive dormindo? – Baba de anjo –.

Sacrifício humano é tão desumano. Mas somos pacíficos, podemos cochorar e sorrir; debochar e fingir. Somos tão pacíficos.

Quem tem um pouco de esperança para me emprestar? Posso pagar a prestação, mas me livre desses desejos de paz, sou mais feliz no caos.

O século 21 me fora fascinante até ontem. Agora, só restou eu e você meu tédio. Aí de mim e todos que choram escondidos, murmuram, imploram, blasfemam, lutam por um mundo utópico. Me sinto tão bem, sou tão feliz no caos.

 Tudo isto é inútil. Só o amanhecer vai nos curar dizem os gurus, e garotos com seus tablets e piercing nos mamilos ainda acreditam. Me sinto confortável no caos.

A simetria me odeia e eu a amo tanto. Tudo se resolvera. É dessa forma que acabam convenções, onde políticos participam. E suicidas acreditam nisto.

Sangue viral, cordão umbilical; o caos, Eu no caos.
Escuridão parcial; vista embaçada, eu sem razão, bactérias criadas, o caos.
Labirintos infinitos, sem saída, sem anda, apenas o caos.
Poesia transloucada, poetas sem musas, poemas sem espírito, sentido, sem vida, apenas teu caos.                

segunda-feira, 25 de junho de 2012

13/11/02

 
13/11/02
(Marcos Henrique Martins)

Eu não sei nada, e mesmo assim as perguntas continuam a me devorar. Perguntas só servem para gerar mais dúvidas e mais solidão em mim.

A dúvida não tem mãos e eu só gostaria de um abraço antes do desjejum.

Risos e lágrimas tem o mesmo gosto e são tão diferentes, como explicar esta disparidade? Como saciar minhas incertezas?

O que escrevi, talvez nem faça mais sentido para mim nos dias de hoje, mas em algum tempo de minha existência fez toda a diferença, aliviou a parte imaterial de meu ser, mas agora, que o leio, releio, fico a me perguntar, qual dúvida, qual batalha estava sentido para conceber mais este poetar. E estas dúvidas, que assolam meu cerne e tiram meu sono em noites calmas, preencheram uma parte de mim que vagava nu, em escuridão profunda.